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Publicado em 2021-07-14 14:28:10

Missões lidera a vacinação contra Covid-19 no Rio Grande do Sul

54,3% de toda a população-alvo missioneira já foi vacinada com ao menos uma dose
Crédito: Divulgação / 12ª CRS

Em entrevista ao programa Jornal da Manhã, na Rádio Missioneira de São Luiz Gonzaga, ontem (13), o coordenador da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde, Iury Sommer, parabenizou a região missioneira pelo empenho e trabalho de ponta desenvolvido na histórica campanha de vacinação contra a Covid-19.

Segundo Iury, com base nos dados disponíveis até ontem, a região das Missões possui o maior percentual de vacinas aplicadas entre as 18 Coordenadorias Regionais de Saúde.

Conforme o Coordenador, 54,3% de toda a população-alvo das Missões já foi vacinada com ao menos uma dose. "É a melhor região do Estado em termos de vacinação", disse Iury.

O Coordenador confirmou que a Regional de Saúde enviará até o final desta semana mais doses das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer aos municípios missioneiros para que possam antecipar a aplicação da segunda dose das vacinas. A medida ocorre após a Secretaria Estadual de Saúde decidir, em reunião na segunda-feira (12), por antecipar para dez semanas o intervalo entre as doses das vacinas. Até o momento, o período para a segunda dose era de 12 semanas após a primeira aplicação.

Conforme Iury, assim que as doses chegarem, os municípios poderão aplicar neste grupo que aguarda a segunda dose e também realizar a primeira aplicação em adolescentes, com idade de 12 a 17 anos com comorbidades, novo grupo contemplado com a imunização. Segundo Iury, o temor da presença da variante Delta (da Índia) no Rio Grande do Sul fez que a aplicação da segunda dose da AstraZeneca e da Pfizer fosse adiantada, já que estudos comprovam que duas aplicações dos imunizantes são eficientes contra a nova cepa.

O Coordenador de Saúde frisou que todos os municípios missioneiros estão recebendo o mesmo percentual de doses das vacinas, que são destinadas pelo Ministério da Saúde com base na estimativa populacional do IBGE. Conforme Iury, os dados são desatualizados, o que poderá gerar um déficit de imunizantes em alguns municípios. Para que toda a população-alvo seja contemplada, um dos critérios que pode ser utilizado é o do número de eleitores, dado mais próximo da realidade atual de cada município.

Por fim, Iury Sommer salienta que todos os protocolos sanitários precisam continuar sendo seguidos, mesmo com a vacinação, para se evitar que uma nova onda, causada por uma nova variante ainda mais agressiva, surpreenda a região.

Fonte: Izabél Cristina Ribas / Assessoria AMM
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