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Publicado em 03/02/2026 09:32:01 • Meteorologia

Onda de calor deixa Sul em alerta

500 cidades do Sul do Brasil estão em alerta de grande perigo
Imagem: Reprodução / Inmet

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) publicou um alerta vermelho em razão de uma onda de calor que vai atingir o Sul do país a partir desta terça-feira (03/02).

O que aconteceu

Calor atinge áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uma onda de calor é um fenômeno meteorológico caracterizado por um período prolongado de temperaturas excepcionalmente altas em uma região. Geralmente, é causada por uma massa de ar quente e seca e bloqueios atmosféricos.

Grau de severidade é classificado como "de grande perigo". A onda de calor é caracterizada pelo aumento das temperaturas em 5°C ou mais por, no mínimo, cinco dias consecutivos, conforme definição da Organização Meteorológica Mundial.

Onda de calor deve permanecer na região até o próximo sábado (7). Mais de 500 municípios estão em alerta. Eles estão localizados nas regiões: serrana, oeste catarinense, sudoeste rio-grandense, noroeste rio-grandense, centro ocidental rio-grandense, sudoeste paranaense, nordeste rio-grandense, centro oriental rio-grandense, sudeste paranaense, sudeste rio-grandense, centro-sul paranaense e norte catarinense.

Fenômeno deve ser mais frequente e mais longo. Um novo estudo, publicado na revista científica Science Advances concluiu que as mudanças climáticas estão fazendo com que as ondas de calor se tornem mais frequentes e mais longas do que há 40 anos. A pesquisa examinou o comportamento delas em termos de frequência, intensidade, duração e extensão espacial, ou seja, evolução e propagação.

A pesquisa examinou dados de 1979 a 2020. Notou-se que, desde 1979, as ondas de calor se tornaram 20% mais longas e 67% mais frequentes. Ou seja, a população tem ficado mais tempo exposta a temperaturas extremas.

Estudo trouxe nova perspectiva. Pesquisas anteriores já haviam constatado que as mudanças climáticas estavam deixando os períodos de ondas de calor mais longos, frequentes e intensos. No entanto, o novo estudo se diferencia por levar em conta não somente a temperatura e a área de superfície dos fenômenos, mas também a duração do calor e sua propagação pelos continentes.

Fonte: Uol / Inmet
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